Um dia venho para aqui viver. E tenho (quase) a certeza que vai ser tão perfeito como sempre idealizei. Caso não seja, pelo menos tenho a certeza que tornei o meu sonho realidade. Até porque concretizar os meus objectivos é provavelmente aquilo que me dá mais alento para continuar a sonhar cada vez mais e melhor.
domingo, 25 de novembro de 2012
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
I'm not a morning person
Pois é. Se por cada vez que eu acordasse mal disposta logo pela manhã me dessem um único euro que fosse, eu já estava para lá de milionária.
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
Nem tudo são rosas
Pois é. Cada pessoa pode pensar aquilo que quiser, julgar ou tecer acusações. Muito honestamente a opinião dos outros ou pelo menos da grande maioria das pessoas - conhecidas, desconhecidas, mais ou menos importantes para mim - nunca me atingiu ou me fez mudar significativamente a minha maneira de ser e de ver as coisas.
O que é certo é que ás vezes é necessário desabafar tudo aquilo que não nos sentimos à vontade para partilhar com os que nos são próximos. E como não tenho propriamente um psicólogo à minha disposição (aliás nem sei se queria ter de qualquer uma das formas), é muito mais fácil escrever e libertar-me destes pensamentos neste espaço, tão privado e tão meu.
E tudo isto para dizer que os chamados laços de sangue a mim não me dizem nada. Nada mesmo. Eu gosto ou não gosto de uma pessoa. Eu identifico-me ou não me identifico com uma pessoa. Eu sinto-me bem ou não junto de uma pessoa. Agora se é da família ou não, a mim não me interessa, nem me diz nada. Porque para mim os laços de sangue não valem nada. E eu que o diga, que provavelmente tenho uma das piores relações possíveis com alguém que deveria ser minha cúmplice e que eu deveria amar incondicionalmente. E tal não acontece.
Estou a falar da minha mãe. Cada vez me desiludo mais, cada vez discuto mais, cada vez tenho mais vontade de deixar tudo e todos, sem querer saber das consequências que as minhas atitudes possam causar. Estou farta. Farta de tentar, de achar que um dia vamos ter uma relação de "mãe e filha" a sério. Isso não vai acontecer, muito menos depois de tudo o que me tem sido dito. Não depois de tantos anos a viver debaixo de um pesadelo constante. E embora me digam que não me posso queixar e me estejam constantemente a lembrar que "sempre tive tudo" e que "nunca me faltou nada", pois bem: faltou! E não foi pouco. E ainda que eu ache que o dinheiro nos possa trazer felicidade, nunca vai conseguir compensar, de forma alguma, a falta de uma pessoa. Isso é impensável. Digam o que disserem.
E embora possa parecer, a minha vida não é de todo um mar de rosas. Tem altos e baixos, como é natural, mas não é perfeita. Ainda que por vezes eu dê a pensar que seja, por conseguir manter um sorriso quase constante nos lábios. Sorriso este, que não passa de uma farsa. É a minha protecção pessoal. A minha forma de esconder a vulnerabilidade que me assombra nos últimos dias perante os outros.
O que é certo é que ás vezes é necessário desabafar tudo aquilo que não nos sentimos à vontade para partilhar com os que nos são próximos. E como não tenho propriamente um psicólogo à minha disposição (aliás nem sei se queria ter de qualquer uma das formas), é muito mais fácil escrever e libertar-me destes pensamentos neste espaço, tão privado e tão meu.
E tudo isto para dizer que os chamados laços de sangue a mim não me dizem nada. Nada mesmo. Eu gosto ou não gosto de uma pessoa. Eu identifico-me ou não me identifico com uma pessoa. Eu sinto-me bem ou não junto de uma pessoa. Agora se é da família ou não, a mim não me interessa, nem me diz nada. Porque para mim os laços de sangue não valem nada. E eu que o diga, que provavelmente tenho uma das piores relações possíveis com alguém que deveria ser minha cúmplice e que eu deveria amar incondicionalmente. E tal não acontece.
Estou a falar da minha mãe. Cada vez me desiludo mais, cada vez discuto mais, cada vez tenho mais vontade de deixar tudo e todos, sem querer saber das consequências que as minhas atitudes possam causar. Estou farta. Farta de tentar, de achar que um dia vamos ter uma relação de "mãe e filha" a sério. Isso não vai acontecer, muito menos depois de tudo o que me tem sido dito. Não depois de tantos anos a viver debaixo de um pesadelo constante. E embora me digam que não me posso queixar e me estejam constantemente a lembrar que "sempre tive tudo" e que "nunca me faltou nada", pois bem: faltou! E não foi pouco. E ainda que eu ache que o dinheiro nos possa trazer felicidade, nunca vai conseguir compensar, de forma alguma, a falta de uma pessoa. Isso é impensável. Digam o que disserem.
E embora possa parecer, a minha vida não é de todo um mar de rosas. Tem altos e baixos, como é natural, mas não é perfeita. Ainda que por vezes eu dê a pensar que seja, por conseguir manter um sorriso quase constante nos lábios. Sorriso este, que não passa de uma farsa. É a minha protecção pessoal. A minha forma de esconder a vulnerabilidade que me assombra nos últimos dias perante os outros.
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
Cooking is not for me
Começar o dia com umas belas torradas é sempre uma boa ideia. Não consigo é perceber como é que nunca as consigo fazer como deve ser. Não ficam intragáveis, isso é certo! Mas também nunca ficam deliciosas como as da minha avó. Tudo bem que de master chef tenho mesmo muito pouco. Nunca fui dada à cozinha, mas não me conformo com a minha falta de habilidade para reproduzir umas meras torradas!
Hão-de sair perfeitas um dia destes!
sábado, 3 de novembro de 2012
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
Hoje estou feliz
E sem nenhuma razão em especial! Ainda por cima depois de ter tido aulas até às tantas, de ter chegado a casa cansada até mais não e com vontade de dormir 12 horas seguidas. Isto não é nada normal para quem me conhece. A semana não começou muito bem, mas estes últimos dias foram espectaculares. Rir é mesmo o melhor remédio para tudo. E quando a risada e parvoíce é acompanhada pela melhor companhia possível nem há palavras para descrever.
(Pronto, se calhar sou bipolar ou algo do género. Já me disseram isto em tom de brincadeira, mas na volta sofro mesmo disto.)
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
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