Estou mesmo ansiosa para que logo à noite chegue. Ainda que a nossa festa não vá ser (propriamente) dedicada a este dia, vou certamente levar o espírito comigo!
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
terça-feira, 30 de outubro de 2012
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
Sabe tão bem...
Não ir à faculdade às segundas-feiras!
(ainda que tenha de preparar uma apresentação importantíssima para amanhã)
domingo, 28 de outubro de 2012
Estudar até mais não
Pois é...depois de tanta de preguiça durante o resto da semana (sábado incluido) este domingo vai ter de me valer de muito. Vai ter de ser estudar, estudar e estudar sem quaisquer interrupções (ou pelo menos tentar vá).
domingo, 21 de outubro de 2012
Lost
Os dias passam a correr. Tão depressa que nem temos percepção do tempo que passa por nós. Quando estou muito ocupada com a faculdade, com os exames ou com qualquer outra obrigação não penso muito nisto, mas a verdade é que quando dou por mim só penso em tudo aquilo que gostava de mudar na minha vida. Gostava de ser menos exigente, mais realista e menos inconstante.
Confesso sou uma pessoa que nunca está satisfeita com aquilo que tem. O que é bom hoje, amanhã pode deixar de o ser. Não gosto de estar parada, da monotonia dos dias, de fazer sempre o mesmo, de estar sempre no mesmo sitio. Neste momento gostava de mudar de casa ou até mesmo de país, de conhecer novas pessoas, enfim...no fundo apenas quero quebrar a monotonia dos meus dias.
Não quero dizer com isto que não gosto nada da vida que tenho e que não me importava de abandonar tudo e todos, mas a verdade é que sonho demasiado alto e todos me dizem que "sou louca" em tom de brincadeira. Talvez até seja, mas aquilo que sinto é que não pertenço ao lugar onde estou, daí a minha necessidade de que querer mudar e de nunca estar satisfeita, embora todos façam um esforço para que eu seja feliz. Os que verdadeiramente me conhecem dizem que eu não tenho razão nenhuma para me sentir assim. Dizem que eu tenho tudo para ser feliz, mas a verdade é que não sou. Talvez eu seja mesmo louca. Mas sou assim e não creio que vá mudar de atitude, pelo menos tão cedo. Para já só peço uma coisa: que algo emocionante e inesperado na minha vida aconteça!
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
Guess what?
Se há coisa que adoro fazer é preparar surpresas e oferecer presentes de aniversário. Então quando a dita pessoa em questão não está mesmo nada à espera, ainda fico mais entusiasmada!
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
Not as fun as it seems
Eu bem dizia que tinha imensas saudades do mau tempo e que já estava farta destas temperaturas que apenas servem para confundir uma pessoa logo de manhã. Pena que pouco mais de duas horas a chover torrencialmente tenham sido o suficiente para me relembrar que com livros, mala, roupa leve e sem guarda-chuva não é (de todo) divertido andar à chuva!
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Procastination
Eu bem que me esforço, mas não há volta a dar! Só consigo adormecer a partir das 3h da manhã e acordar por volta das 11h, isto caso não tenha nenhum compromisso que me obrigue a saltar da cama mais cedo. É aproveitar enquanto posso, mas tenho para mim que fazia isto para o resto da vida sem qualquer problema.
domingo, 14 de outubro de 2012
sábado, 13 de outubro de 2012
Old Times
Ontem dei por mim a ver fotografias antigas, a recordar amigos e a pensar no quanto fui feliz à quatro ou cinco anos atrás, ainda que não desse o devido valor na altura. Pessoas que faziam parte da minha vida, que viveram bons e maus momentos comigo, que me conheciam melhor do que ninguém e que hoje em dia não passam de memórias. E isto deixa-me triste muito honestamente.
Quando tinha 14 ou 15 anos achava que uma amizade que tinha com uma pessoa em particular ia durar para sempre. Achava mesmo que íamos ser cúmplices uma da outra até andarmos de bengala. Mas tal não aconteceu. Nós fomos inseparáveis até ao 9º ano e por uma estupidez deixámos de nos falar (é que foi mesmo ridículo). O nosso mal foi o orgulho e teimosia que tanto marcavam a nossa personalidade na altura. Ninguém queria dizer "desculpa não devia ter agido daquela forma...", ninguém mostrou arrependimento, nenhuma de nós quis dar o braço a torcer. Estivemos no fundo sempre à espera que uma de nós desse o primeiro passo. E isso nunca aconteceu. Acabámos o ano como meras desconhecidas. Não nos despedimos, não fomos capazes de resolver a situação, mudámos de escola e já não a vejo desde então.
Lembro-me que nas férias de verão, antes de entrar para o secundário, ainda lhe liguei e enviei mensagens a desculpar-me, no fundo a admitir que fui uma idiota e que estarmos zangadas não fazia sentido. Não obtive resposta da outra parte. Ainda pensei que com o tempo ela me ligasse e quisesse tanto como eu recuperar a nossa amizade, mas tal não aconteceu. Não digo que voltássemos a ser o que éramos, mas eu gostava mesmo de fazer parte da vida dela e que ela fizesse da minha. Eu pensei mesmo que com o passar do tempo tudo se resolvesse.
Infelizmente nada mudou. Novas pessoas entraram na minha vida, eu própria mudei muito e olhando para traz arrependo-me tanto mas tanto de não ter posto o orgulho de parte e ter ido falar com ela. Foi sem dúvida um dos maiores erros que fiz na vida, é algo do qual me arrependo muito. Ainda que hoje ache que o que se passou fui culpa de ambas, não percebo como é que fui tão fria e consegui pura e simplesmente seguir em frente como se ela tivesse deixado de existir para mim.
Ontem pensei como tudo poderia ser diferente se ainda fizéssemos parte da vida uma da outra. Ainda hoje me dá vontade de pegar no telefone e lhe ligar. Falta-me coragem. Nem sei bem o que lhe hei-de dizer. Só sei que tenho saudades dela, das nossas conversas, dos nossos fins-de-semana juntas. Na altura éramos quase gémeas uma da outra. Quantas pessoas não passaram por nós a perguntar "São irmãs não são?".
Mais uma vez não sei o que fazer. Provavelmente ela nem quer falar comigo, pode ter mudado muito e já nem ser a mesma pessoa que eu conheci. Mas gostava tanto de a ver e de partilhar com ela as mil e uma novidades que tenho para lhe contar. O meu medo é que o sentimento não seja reciproco, que volte a não ter resposta ou então que tenha uma que me deixe a sentir ainda pior.
Será que vale a pena lutar por uma amizade antiga ou mais vale seguir em frente e esquecer o passado até porque por vezes temos de aprender com os nossos próprios erros? Ainda assim fico muito feliz de de ter crescido ao lado da R. Foram tempos espectaculares que me deixam a morrer de saudades. Por isso mesmo que nada volte a ser como era (o mais provável), fico feliz de a ter conhecido e apesar de tudo nunca vou esquecer o quanto ela foi importante para mim.
Obrigada R. por teres feito parte da minha vida!
Quando tinha 14 ou 15 anos achava que uma amizade que tinha com uma pessoa em particular ia durar para sempre. Achava mesmo que íamos ser cúmplices uma da outra até andarmos de bengala. Mas tal não aconteceu. Nós fomos inseparáveis até ao 9º ano e por uma estupidez deixámos de nos falar (é que foi mesmo ridículo). O nosso mal foi o orgulho e teimosia que tanto marcavam a nossa personalidade na altura. Ninguém queria dizer "desculpa não devia ter agido daquela forma...", ninguém mostrou arrependimento, nenhuma de nós quis dar o braço a torcer. Estivemos no fundo sempre à espera que uma de nós desse o primeiro passo. E isso nunca aconteceu. Acabámos o ano como meras desconhecidas. Não nos despedimos, não fomos capazes de resolver a situação, mudámos de escola e já não a vejo desde então.
Lembro-me que nas férias de verão, antes de entrar para o secundário, ainda lhe liguei e enviei mensagens a desculpar-me, no fundo a admitir que fui uma idiota e que estarmos zangadas não fazia sentido. Não obtive resposta da outra parte. Ainda pensei que com o tempo ela me ligasse e quisesse tanto como eu recuperar a nossa amizade, mas tal não aconteceu. Não digo que voltássemos a ser o que éramos, mas eu gostava mesmo de fazer parte da vida dela e que ela fizesse da minha. Eu pensei mesmo que com o passar do tempo tudo se resolvesse.
Infelizmente nada mudou. Novas pessoas entraram na minha vida, eu própria mudei muito e olhando para traz arrependo-me tanto mas tanto de não ter posto o orgulho de parte e ter ido falar com ela. Foi sem dúvida um dos maiores erros que fiz na vida, é algo do qual me arrependo muito. Ainda que hoje ache que o que se passou fui culpa de ambas, não percebo como é que fui tão fria e consegui pura e simplesmente seguir em frente como se ela tivesse deixado de existir para mim.
Ontem pensei como tudo poderia ser diferente se ainda fizéssemos parte da vida uma da outra. Ainda hoje me dá vontade de pegar no telefone e lhe ligar. Falta-me coragem. Nem sei bem o que lhe hei-de dizer. Só sei que tenho saudades dela, das nossas conversas, dos nossos fins-de-semana juntas. Na altura éramos quase gémeas uma da outra. Quantas pessoas não passaram por nós a perguntar "São irmãs não são?".
Mais uma vez não sei o que fazer. Provavelmente ela nem quer falar comigo, pode ter mudado muito e já nem ser a mesma pessoa que eu conheci. Mas gostava tanto de a ver e de partilhar com ela as mil e uma novidades que tenho para lhe contar. O meu medo é que o sentimento não seja reciproco, que volte a não ter resposta ou então que tenha uma que me deixe a sentir ainda pior.
Será que vale a pena lutar por uma amizade antiga ou mais vale seguir em frente e esquecer o passado até porque por vezes temos de aprender com os nossos próprios erros? Ainda assim fico muito feliz de de ter crescido ao lado da R. Foram tempos espectaculares que me deixam a morrer de saudades. Por isso mesmo que nada volte a ser como era (o mais provável), fico feliz de a ter conhecido e apesar de tudo nunca vou esquecer o quanto ela foi importante para mim.
Obrigada R. por teres feito parte da minha vida!
(Porque nós já fomos assim!)
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Bad Mood
Estou farta que as pessoas se metam na minha vida como se fosse delas. Querem saber tudo mas mesmo tudo ao pormenor e toda esta situação torna-se indiscutivelmente (muito) chata. E isso irrita-me, irrita-me, irrita-me! Uma coisa é perguntarem-me isto ou aquilo de vez quando, agora constantemente deixa-me furiosa. Têm sempre de saber onde vou, quando vou, o que é que lá vou fazer, se vou sozinha ou acompanhada... muito honestamente acho que já não tenho idade nem paciência para este tipo de perguntas a toda a hora. E depois se não respondo sempre com um sorriso de orelha a orelha é porque estou chateada com alguma coisa. "O que é que tens? Hoje não estás bem e não sei que mais..."
Haja paciência! Que eu não tenho nem consigo ter de forma alguma!
Haja paciência! Que eu não tenho nem consigo ter de forma alguma!
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